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2010 em revista: o ano em relógios

Artigo

Ao longo do ano passaram pelo Relogiolândia inúmeros relógios para todos os gostos e feitios. Agora que 2010 chega ao fim, junte-se a nós recordando alguns deles!

O ano no Relogiolândia começou com o mestre das complicações. Em Janeiro trazíamos-lhe o impressionante Aeternitas Mega 4 de Franck Muller, um relógio que bateu vários recordes, incluindo o número total de complicações: nada mais nada menos que 36! Será que o próprio autor conseguirá enumerá-las?


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Uma marca que esteve indubitavelmente em grande durante 2010 foi a Hublot. E logo em Fevereiro associava-se também a uma nobre causa, juntamente com os Depeche Mode: 12 relógios, exemplares únicos, ilustrados com a capa de cada um dos 12 álbuns da banda, leiloados a favor do Teenage Trust Fund, organização britânica não lucrativa dedicada ao apoio a jovens com cancro.


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Logo no mês seguinte, a Hublot continuava em grande, e anunciava aquela que viria a ser (mais) uma parceria de sucesso: a Fórmula 1. Fruto desta parceria, ao longo do ano viriam a ser apresentados vários modelos, entre os quais o espectacular King Power F1. Também em Março, o estúdio Haldimann Horology apresentava o misterioso e intrigante H8 Flying Sculture, uma peça que esbate a fronteira entre relógio e obra de arte.


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Já em Abril, Richard Mille apresentava o impressionante RM027, o relógio feito para o tenista Rafael Nadal com um peso total de apenas 13,8 gramas: o movimento em si, feito na liga especial “LITAL”, pesa apenas 3,83 gramas! Nos meses seguintes, este relógio estaria presente nos grandes torneios mundiais, incluindo os principais torneios do Grand Slam que Nadal venceu, sendo célebres as fotos em que erguia o troféu e era visível este relógio.

Ao mesmo tempo, um vulcão islandês cujo nome poucos conseguiam pronunciar espalhava o caos na Europa, graças à sua famosa nuvem de cinzas que bloqueou o tráfego aéreo na maioria dos países, afectando o tráfego à escala mundial. Romain Jerome não deixou passar a oportunidade, e apresentou logo o seu Eyjafjallajökull DNA.


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Em 10 de Maio de 2010, no Hotel Four Seasons de Genebra, a Patek Philippe voltava a fazer história, batendo mais um recorde em leilão: arrematado por 6,259,000 francos suíços, este relógio tornava-se assim no Patek Philippe com caixa em ouro dourado mais valioso de sempre, tornando-se também num dos relógios de pulso mais caros (atrás, claro, de outro relógio desta marca).


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Da Suíça para o outro lado do mundo, em Junho as japonesas Seiko e Citizen deixaram também a sua marca. No primeiro caso, a marca nipónica apresentava a nova colecção de relógios Ananka, baseados no famoso movimento Spring Drive; já a Citizen lançava finalmente o espantoso Eco-Drive Dome, um relógio com linhas futuristas simplesmente cativantes, capaz de carregar o seu movimento electrónico através da energia solar.


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Já em Julho, o regresso à Suíça fez-se pelos ares. A Breitling apresentava o espectacular Chronospace, um instrumento de voo mais do que um relógio propriamente dito, inspirado nos instrumentos do cockpit de um avião e criado para os complementar no pulso do piloto. Se este Chronospace é muito mais do que um relógio, o Thunderbolt de Max Büsser é apenas e só isso: um relógio. Mas como nunca ninguém o vira nem pensara… a Horological Machine nº4 da MB&F é uma obra espantosa, inspirada também no mundo dos aviões.


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Se já uns meses antes lembráramos o Edox WRC Chronorally, em Agosto completámos a tríade das mais famosas competições automóveis, com o Tissot T-Race NASCAR Chronograph e uma peça especial de Richard Mille: os relógios RM004 e RM008 V2 criados especialmente para o piloto brasileiro de Fórmula 1 Felipe Massa.


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Em Setembro, o relógio Philosophia permitiu-nos uma rara oportunidade de espreitar sob o véu do restrito Atelier Cabinotiers, a secção elite da por si só elitista Vacheron Constantin, criando relógios exclusivamente por encomenda, feitos consoante os gostos, pedidos e extravagâncias dos clientes que as puderem pagar. Também por essa altura, revisitámos um dos mais populares modelos por entre os leitores do Relogiolândia: O Grand Carrera da TAG Heuer, desta feita na espantosa versão Calibre 36 RS2 Caliper Chronographe.


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Por falar em revisitar, foi exactamente o que fizemos em Outubro, lembrando toda uma década de espantosas criações na saga Opus, de Harry Winston. Em cada ano, um novo relógio criado em parceria com um grande mestre relojoeiro, que nele deixou o seu cunho pessoal de perícia, conhecimento e criatividade. Também nesse mês, a sempre presente Rolex lançava a nova colecção dos relógios para senhora Lady Datejust.


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Já perto do final do ano, a Hublot voltava a ser notícia, desta feita levando a parceria com a Fórmula 1 um pouco mais longe. Em pleno Grande Prémio do Brasil, apresentava o épico relógio King Power Ayrton Senna, inspirado e dedicado ao melhor piloto de todos os tempos, criado em parceria com a sua família, e com parte dos lucros revertendo a favor do Instituto com o seu nome, dedicado ao apoio às escolas públicas brasileiras.


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E como não poderia deixar de ser, em Dezembro a Hublot voltava a ser notícia, desta feita não devido a um novo relógio, mas sim a… um roubo! O assalto e violenta agressão de que foi vítima Bernie Ecclestone, o patrão da Fórmula 1, foi transformado num invulgar anúncio, que rapidamente foi, também ele próprio, notícia.


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Aqui no Relogiolândia, o ano termina também revendo todos os relógios galardoados no Grande Prémio de Relojoaria de Genebra, que ao longo de Novembro e Dezembro foram revisitados na nossa montra, terminando com o TAG Heuer Carrera Calibre 1887 (prémio “La Petite Aiguille”) e o Greubel Forsey Double Tourbillon 30º Edition Historique, o melhor relógio do ano.

Ao longo do ano, foi para nós um prazer contar com a sua visita e participação. De toda a equipa do Relogiolândia, ficam os nossos votos de um óptimo 2011, repleto de relógios!

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