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IWC Portuguese 2010 – a nova colecção para a velha lenda

Notícia

É no Salão Internacional de Alta Relojoaria (SIHH), que decorre no mês de Janeiro em Genebra, que as principais marcas apresentam as suas novidades e apostas para o ano. A IWC Schauffhausen não é excepção, e apresentou recentemente a nova colecção do seu mais icónico modelo, o Portuguese, que em 2009 comemorou os seus 70 anos de vida.

No total, a IWC trouxe-nos 9 novos modelos para a colecção Portuguese. A saber: Yatch Club Chronograph, Hand-Wound, Grande Complication, Tourbillon Mystère Rétrograde e Tourbillon Hand-Wound, Perpetual Calendar, Minute Repeater, Chronograph e o Automatic.

Todas estas novidades têm em comum o respeito para com as sete décadas de vida da lenda, que baseia a sua grandiosidade (no sentido figurado e literal) na História dos descobrimentos portugueses, na visão do Infante D. Henrique que levou Vasco da Gama à Índia e Pedro Álvares Cabral ao Brasil. Nas palavras da própria IWC, 2010 será o “Ano do Portuguese”. E tem tudo para encher de orgulho os seus fãs.

O IWC Portuguese Yatch Club Chronograph recupera um dos modelos de maior sucesso nos anos 60 e 70, a versão desportiva do Portuguese que se inspira em absoluto na navegação. Agora com linhas mais modernas mas sempre elegantes e clássicas, o Yatch Club regressa ao fim de duas décadas e meia de ausência em três versões diferentes – caixa em aço e mostrador prateado, aço com mostrador negro e caixa em ouro rosa com mostrador escurecido.

Diferentes na estética, mas iguais no coração, tratam-se de cronógrafos automáticos com capacidade máxima de 68 horas, função flyback e tempo parcial, exibindo ainda data às 3 horas, com os segundos remetidos para mostrador próprio às 6 horas. Há ainda espaço para uma estreia na colecção Portuguese: ponteiros luminosos.

O Hand-Wound é um regresso às raízes, a comemoração da entrada na oitava década de vida do Portuguese com uma viagem às origens do icónico relógio que marcou o século XX. Com uma simplicidade quase absoluta (a excepção faz-se nos segundos às 6 horas), o Portuguese Hand-Wound trata-se “apenas” de um simples movimento mecânico de carga manual (máximo de 46 horas). A sua beleza, o seu legado, não necessitam mais.

Contrastando com a opção anterior, temos aqui o novo topo de gama da colecção, o Portuguese Grande Complication: um símbolo de sabedoria e de mestria relojoeira, que remonta para o engenho dos navegadores portugueses na sua demanda por ir sempre mais além, lembrados no mostrador, com um subtil globo, e com o sextante gravado no verso da caixa, feita em ouro rosa de 18 quilates.

Limitado a 50 exemplares anuais, individualmente numerados, este movimento cronógrafo automático reúne em 45mm de diâmetro e 16,5 de espessura um total de 657 componentes e 75 jóias. As suas funções são calendário perpétuo (com dia, data, mês e ano em quatro dígitos), fase lunar e repetição de minutos.

A IWC chama-lhe a diva da colecção. O nome Mystère deve-se ao efeito do posicionamento do turbilhão que, com um fundo negro, parece girar em suspenso no vazio, produzindo um belo efeito que lembra a eternidade e a constância do tempo.

Lançado em 2004, esta nova versão acrescenta a data retrógrada, que ocupa grande parte do por si só também enorme mostrador. Às 3 horas é exibida a reserva de marcha do movimento automático, com uma capacidade máxima de umas impressionantes 168 horas (uma semana). Disponível em duas versões, uma primeira com caixa em ouro rosa e limitada a 500 exemplares, e uma segunda ainda mais restrita, de 250 exemplares, com caixa em platina.

Não perca, em breve, os restantes modelos da nova colecção IWC!

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