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IWC Portuguese 2010 – a nova colecção para a velha lenda (parte 2)

Notícia

Depois de lhe termos dado a conhecer algumas das novidades da nova colecção de relógios Portuguese da IWC, conheça agora os restantes modelos: Portuguese Tourbillon manual, Portuguese Perpetual Calendar, Minute Repeater, Chronograph e o Portuguese Automatic.

Também no âmbito das revoluções dos turbilhões, a IWC traz-nos uma alternativa, o mais simples Portuguese Tourbillon Hand-Wound, um movimento manual com carga máxima de 54 horas que consiste numa homenagem ao fundador da marca, F. A. Jones, cuja assinatura é exibida às 3 horas, em oposição ao belo turbilhão. Infelizmente (ou felizmente, para os seus proprietários), é também uma edição limitada a 500 exemplares, com caixa em ouro rosa.

 

Um dos mais belos modelos da colecção, disponível em duas versões (e cada uma delas também disponível com caixa em ouro branco e ouro rosa), temos o Portuguese Perpetual Calendar.

Exibindo o dia da semana e segundos às 9 horas, dia do mês e reserva de marcha (168 horas) às 3 e o mês às 6 horas, existe ainda espaço para o ano, com quatro dígitos, entre as 7 e as 8 horas, e para o calendário lunar, igualmente perpétuo. Tal como outros relógios com esta complicação, apenas será necessário um pequeno ajuste no calendário no ano 2100; já o calendário lunar será exacto durante os próximos 577 anos!

A distinguir as duas versões, apenas um pequeno pormenor no calendário lunar: uma exibe a fase lunar simultânea nos dois hemisférios, e a outra exibe-a destacada, apenas relativa ao hemisfério norte.

O IWC Portuguese Minute Repeater baseia a exclusividade das suas particularidades nesta função (que, por outro lado, não é exclusiva – está também presente no Grande Complication), e estará disponível em quantidades limitadas: apenas 1000 exemplares, metade deles com caixa em platina, e a outra metade em ouro rosa.

A repetição de minutos é activada pela barra lateral deslizante, fazendo soar as horas com um tom grave, os quartos de hora com dois rápidos tons graves, e os minutos num tom agudo. Apesar de ser uma função que se tornou desnecessária há um século atrás, com a invenção da luz eléctrica, e ainda mais na década de 30, quando a Panerai criou os ponteiros luminosos, a repetição continua a ser um símbolo de experiência e minuciosidade. A sua complexidade técnica faz com que seja uma das mais exclusivas e raras funções na relojoaria – mais do que o turbilhão, pelo que não poderia também faltar nesta nova colecção.

O renascimento do lendário Yatch Club poderá fazer sombra a este novo Portuguese Chronograph, mas não poderá nunca ser considerado o seu parente pobre. Afinal, será precisamente por se tratar de uma versão simplificada que será mais acessível ao grande público; e por algum motivo é o Portuguese mais popular e bem sucedido da última década.

Com uma precisão de até 1/8 de segundo, este cronógrafo automático tem uma dimensão mais moderada (apenas 40,9mm), o que poderá também apelar a quem não tenha tanto interesse por relógios de grandes dimensões, sendo por isso uma porta de entrada para o mundo do Portuguese.

O novo modelo do Chronograph surge em duas versões com caixa em ouro rosa, uma delas com o mostrador escurecido e ponteiros em ouro rosa, e a outra com mostrador prateado e ponteiros azuis.

Beleza, simplicidade, e elegância, numa caixa de grandes dimensões. É este o espírito lendário do Portuguese, e que é aqui homenageado com o Portuguese Automatic, um verdadeiro clássico.

Com a impressionante reserva de marcha de 168 horas – 7 dias – exibida às 3 horas, o Automatic apresenta ainda a data às 6 horas e um mostrador independente de segundos às 9.

À semelhança de outros modeles, está também disponível em duas novas versões, que se acumulam aos já existentes (e que continuarão disponíveis), de caixa em aço, mostrador prateado ou negro, e ponteiros em aço, azulados. A primeira das novas versões é apenas um “afinamento” a esta versão anterior, com os ponteiros e os números do mostrador a serem banhados em ouro rosa. A segunda novidade é uma estreia na colecção: pela primeira vez, o Portuguese Automatic surge com caixa em ouro rosa de 18 quilates.

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