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Tissot Sculpture Line Skeleton – a beleza da transparência

Notícia

Um misto de modernismo e nostalgia, cimentado com o fascínio pelo mistério e pela beleza da arte da relojoaria. Assim se pode definir a nova criação da Tissot, o belo Sculpture Line Skeleton.

Numa ‘casa’ que tem já um legado considerável  (a Tissot foi fundada há já perto de 160 anos), este novo relógio surge um pouco como uma carta fora do baralho. Apesar de listar também modelos clássicos e elegantes nas suas variadas coleções, a Tissot tem-se caracterizado nos últimos anos pelos famosos e portentosos modelos das linhas “T”, com uma vertente altamente moderna e desportiva.

O Tissot Sculture Line Skeleton adopta também linhas modernas e atuais, mas concilia-as com o tom abertamente clássico e sóbrio. O fundo negro e ponteiros retos misturam-se com os numerais romanos e o material nobre em que é disponibilizado – caixa e ponteiros em ouro rosa ou dourado de 18 quilates. A clássica pulseira Mas são as aberturas do mostrador que captam a atenção.

Uma mais pequena às 12 horas e outra maior às 6 permitem observar o movimento de tipo esqueleto, reduzido ao essencial para que a contemplação do seu funcionamento seja exponenciada. Inteiramente mecânico e de corda manual, com uma carga máxima de 49 horas, o movimento da Tissot pode ainda ser observado no verso, inteiramente aberto, separado apenas pelo cristalino vidro safira, onde são ainda observáveis algumas das 17 joias.

O aspeto global do Sculture Line Skeleton é extremamente apelativo, e prova que a Tissot tem a plena capacidade de abranger diferentes públicos e diferentes preferências. Mais interessante ainda será pelo facto de a Tissot ser também célebre pelo preço consideravelmente mais acessível das suas peças, quando em comparação com os gigantes da indústria da alta relojoaria.

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