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Audemars Piguet Royal Oak Offshore Diver – beleza, simplicidade e eficácia

Notícia
Audemars Piguet Royal Oak Offshore Diver

Em 1972, a Audemars Piguet praticamente criou o segmento de relógios desportivos, com a icónica colecção Royal Oak. Hoje leva o segmento mais além – ou mais fundo – com o relógio de mergulho Royal Oak Offshore Diver, cuja simplicidade apenas pode ser equiparada à sua tremenda funcionalidade e eficácia.

Para que um relógio possa ostentar devidamente a denominação de “relógio de mergulho”, terá que cumprir os rigorosos critérios da norma internacional ISO 6425. Suíça de gema, a Audemars Piguet refere ao invés a norma NIHS 92-11, exactamente igual na exigência, mas de origem suíça, e realça os critérios principais que são exigidos a um relógio de mergulho: a existência de um aparelho de pré-selecção de tempo de mergulho, visibilidade, resistência à profundidade e à água salgada, e ainda resistência a forças externas (magnetismo, choques e variações térmicas). É a própria Audermars Piguet que realça estas exigências, pois o seu Offshore Diver cumpre-as rigorosamente e com distinção.

A pré-selecção de tempo de mergulho é uma funcionalidade que faz do relógio um dos mais importantes instrumentos de mergulho: para ter noção da sua importância basta lembrar que o mau funcionamento desta função pode ter consequências fatais para o mergulhador. Assim, este Royal Oak exibe uma escala de tempo de mergulho (15 minutos) não num aro rotativo (como é comum), mas no próprio interior do relógio, podendo ser rodado através de uma coroa localizada às 10 horas. Para evitar o manuseamento acidental, esta coroa é não só unidireccional, como terá que ser puxada para ser activada. A escala que permite a medição do tempo de mergulho marca de forma clara e inconfundível os marcadores individuais de minutos e de cada 5 minutos.

A visibilidade é outro critério essencial: a norma exige que um relógio de mergulho – mostrador, ponteiros e indicador de funcionamento – seja visível e perfeitamente legível no escuro a uma distância de 25 centímetros. Novamente, o Offshore Diver passa o teste com distinção: os marcadores do mostrador são luminescentes, com um marcador duplo às 12 horas para melhor se distinguir dos restantes; os ponteiros são também luminescentes, com o das horas a incluir três marcadores, de forma a que não haja confusão possível com o dos minutos. O ponteiro dos segundos, com um círculo luminescente na sua ponta, é a garantia que o relógio se encontra em funcionamento. O contraste feito pelo fundo negro acentua ainda mais a legibilidade do relógio.

A característica caixa octogonal, símbolo da colecção Royal Oak, permite uma resistência até uma profundidade de 300 metros, ultrapassando largamente os 100 metros exigidos pelas normas internacionais, e encerra no seu interior o calibre 3120, altamente resistente a choques e forças externas, incluindo interferências de campos magnéticos.

Este movimento, orgulhosamente manufacturado pela Audemars Piguet, funciona automaticamente, com uma carga máxima de 72 horas, vibrando a uma frequência de 21600 variações horárias. A preparação meticulosa dos componentes tem o selo de qualidade a que a marca já nos habituou, garantindo por isso a exactidão e fiabilidade necessária (e exigível) a uma peça como esta. Mecanicamente, o Royal Oak Offshore Diver é irrepreensível.

Mas quando afastamos o olhar técnico, e observamos o relógio no seu todo, apercebemo-nos que a simplicidade da sua beleza e do seu funcionamento é, afinal, uma das suas mais fortes características. Com caixa em aço inoxidável – não menos digna que outro material mais precioso – e elementos em borracha negra (pulseira e coroas), este relógio é absolutamente cativante, mesmo que o mergulho não faça parte do nosso quotidiano, dos nossos tempos livros ou mesmo dos nossos sonhos. Para o mar ou para a terra, este Royal Oak parece simplesmente… apropriado.

Se as características deste relógio o fazem sonhar, talvez o seu valor o traga de volta: o preço de venda a público é de cerca de €11,750 | R#26,700.