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Hamilton Pulsomatic: quatro décadas de revolução

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Hamilton Pulsomatic: quatro décadas de revolução

Estávamos em 1970 e vivia-se a revolução do quartzo. Um ano antes, a Seiko lançara já o Astron, o primeiro relógio analógico com movimento de quartzo, e era neste mesmo ano que a Hamilton colocava no mercado aquele que seria um dos grandes ícones da indústria para a nova era que se avizinhava: o Pulsar, o primeiro relógio digital electrónico. Quarenta anos depois, o Pulsomatic comemora a efeméride.

O seu look é retro futurista, remetendo para a mesma ficção científica que inspirou a criação do Pulsar original – o relógio digital criado pela Hamilton para o filme 2001: Uma Odisseia do Espaço. Simples nas suas funções, limitam-se a horas, minutos e data, exibidos num mostrador de cristais líquidos.

Mas é no seu movimento que está a pérola desta edição comemorativa: trata-se do movimento automático H1970, com capacidade máxima de carga de 82 horas. Desta forma, coabita uma fonte de energia de origem mecânica, transmitida a um mecanismo electrónico que exibe as funções num ecrã digital de cristais líquidos.

O objectivo não é ser um novo marco na história, mas este novo relógio faz justiça ao legado que carrega. O destaque desta edição vai inteiramente para a comemoração da data, o nascimento de uma lenda que foi considerada por muitos como o primeiro computador portátil da história.

O preço de venda previsto é de cerca de €1000 | R$2500.

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